Agronegócio
  

O Etanol extraído da cana-de-açúcar é a bola da vez

Agora todo mundo está querendo produzir Etanol, mas de um modo geral, o nosso custo de produção e bem inferior aos dos países concorrentes, dando assim, um fôlego a mais para a agroindústria brasileira,  em compensação  os concorrentes como EUA, por exemplo, vêm em busca de outra alternativa como o de extrair o Etanol do milho. Nada que possa assustar o Brasil a princípio devido à desproporção causada pela quantidade de biomassa que as duas matérias primas proporcionam por hectare (1ha de Milho = 7 toneladas de biomassa * 1ha de Cana = 100 toneladas de biomassa), concluindo que o montante final do Etanol extraído do milho chega a margem de 30% a 40% a mais que o da cana-de-açúcar. O que torna viável para os produtores americanos de milho no momento são os subsídios do governo.

As agroindústrias brasileiras em contrapartida aos subsídios do governo americano, terão de dar maior ênfase à mão-de-obra, fator este que foi determinante para as gigantes do setor se destacar no mercado mundial na produção de Etanol extraído da cana-de-açúcar, onde são eliminadas as falhas do processo desde o plantio do canavial até a saída do produto final da indústria.

  Carlos A. Vitorino

Adm. Em Agronegócio



Escrito por Carlos A. Vitorino às 23h18
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Economia

Real sobrevalorizado tira renda da agricultura

 

A elevada valorização do Real ante o dólar está minando a renda do agricultor brasileiro. Este foi o principal recado da reunião ocorrida no dia 3 entre o Conselho da Sociedade Rural Brasileira (SRB) - www.srb.org.br - e o deputado Delfim Neto (PMDB-SP). A convite do presidente da SRB, João de Almeida Sampaio Filho, o deputado Delfim Neto compareceu à sede da SRB, na capital paulista, para debater os impactos da conjuntura política-econômica para o agronegócio.  
Também participaram representantes de entidades setoriais com forte ligação com o setor rural, com destaque para presenças do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Newton de Mello, e o vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Persio Luiz Pastre, bem como produtores rurais, executivos da agroindústria, consultores, economistas, entre outros agentes relacionados à cadeia do agronegócio.
“Há uma perda de renda brutal no setor”, afirmou João Sampaio. “Hoje, um câmbio mais favorável às exportações daria um certo alívio para o agricultor neste delicado momento”. Segundo o presidente da SRB, o objetivo da reunião foi justamente mapear caminhos, debater propostas e identificar alternativas que possam amenizar o prejuízo do setor. 
João Sampaio disse que é preciso encontrar soluções que recuperem a renda do agricultor durante a colheita da safra de verão que começa a ser plantada agora. “Para o plantio nada mais pode ser feito”. A bem da verdade, ressaltou, o plano safra 2005/06, que já foi aquém da necessidade do agronegócio, será usado muito mais para saldar dívidas do que para novos investimentos.
A SRB prevê nova queda para a safra de grãos na temporada 2005/06. “Trabalhamos com a expectativa de uma colheita entre 100 e 110 milhões de toneladas de grãos”, disse João Sampaio. Além disso, de acordo com o presidente da SRB, a área plantada deverá recuar cerca de 5%. “Será uma safra com baixa tecnologia, com poucos investimentos em fertilizantes, defensivos, sementes, entre outros insumos”.
O deputado Delfim Neto corroborou a análise do presidente da SRB. Disse que a crise na agricultura é decorrente do Real sobrevalorizado somado à seca que atingiu o sul do País no começo do ano. Vale lembrar que o agricultor plantou no ano passado com um dólar na casa dos R$ 3,20 e vendeu a safra com a moeda estadunidense ao redor de R$ 2,50. Segundo o deputado, com o agricultor descapitalizado, todo o setor do agronegócio é atingido, não vende, não tem giro.
Além do fator cambial, o juro alto, que só atrai capital espe-culativo, foi assinalado como outro grande vilão para as contas do agricultor. Somam-se também outros fatores, como a pesada carga tributária, escassez de crédito, déficit de infra-estrutura logística e a crise política como agravantes. “A crise política afeta o setor rural porque paralisa negociações no Congresso”, ressaltou João Sampaio.
Os próximos debates na SRB serão com os presidentes das Comissões de Agricultura da Câmara, deputado Ronaldo Caiado (PFL-GO), e do Senado, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE).

Fonte: Jornal Agora de Sertãozinho e Região



Escrito por Carlos A. Vitorino às 00h51
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Commodity!!! O que isto significa afinal?

No Agronegócio Commodity é uma palavra muito usada, na verdade ela é uma palavra inglesa que traduzida para o português quer dizer "mercadoria", porém nem todas mercadorias podem ser consideradas como commodities. Para a mercadoria ser considerada como uma commodity ela precisa atender a três requisitos mínimos:

1º Padronização em um contexto de comércio internacional;

2º Possibilidade de entrega nas datas acordadas entre comprador e vendedor;

3º Possibilidade de armazenamento ou venda em unidades padronizadas.



Escrito por Carlos A. Vitorino às 01h02
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O Agronegócio é tão importante, pois, tudo em nossa vida depende dele, basta pararmos para analisar de onde surgem os nossos alimentos, roupas, calçados e até mesmo as teclas das calculadoras que usamos para fazer contas.

O agronegócio brasileiro consiste em três etapas fundamentais que são:

1º Antes da porteira (32% das atividades);

2º Dentro da porteira (8% das atividades);

3º Fora da porteira (60% das atividades).

Podemos analizar assim, que a etapa que mais agrega valor no  Agronegócio são as atividades após a porteira, pois são onde são comercializados os produtos precedentes do Agronegócio.



Escrito por Carlão às 03h44
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